sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Em um lugar muito, muito distante... IV



Em uma faculdade de psicologia muito longe daqui (claro, isso não acontece por aqui) um professor de neuropsicoanatomofisiologia está em sua aula esclarecedora falando sobre a famosa Síndrome de Dão (!?).

Após algumas referências insistentes a tal síndrome (de Dão) um aluno (do latim, ser sem luz) questiona o que seria a Síndrome de Dão.

Diante dessa pergunta, o professor indignado responde “Todo mundo conhece minha gente! É aquela que o sujeito fica com os olhinhos puxados (e puxa os cantos dos olhos pra demonstrar) como que as pessoas que nascem na Mongólia!”

¬¬

Piora – ele afirma que a tal Síndrome não é uma doença genética, é somente recessiva (!!!) Um outro aluno (do latim, ser sem luz) pede maiores explicações.

“Doença recessiva é assim que acontece nos recessos... Como esse recesso que vai ter agora no natal e nas festas!”

Conclusão: A Síndrome de Dão é uma perigosa doença Natalina! Portanto, acautelai-vos nesta época do ano!

(quem dera que eu tivesse inventando isso...)


PS – A ética me impede de identificar qual dos personagens está representado na imagem acima.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Em um lugar muito, muito distante... III


Aluno (do latim, ser sem luz) de uma faculdade pública de psicologia muito longe daqui (claro, isso não acontece por aqui) fazendo um exercício de matemática: “Vou me mudar pra faculdade de psicologia particular – eles tem dois professores bons lá.”

“É o dobro daqui!”

E dizem que psicólogo não sabe matemática...

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Terapia Existencial



Como diria Mateus, para se eximir do que ele registrava das palavras de Jesus: quem lê entenda.


Colaboração do grande mestre em ecologia e de Renata (que precisa de um pseudônimo legal urgentemente)
LEGENDA - pros que, como eu, sofrem da vista:
quadrinho 1: Doutor! Doutor! Estou para ficar louco! Ninguém liga para o que eu sinto! O que faço?
Quadrinho 3: Doutor?
Quadrinho 4: Só um minuto... Estou colocando você entre parênteses